Poema das Ruas

Poema das Ruas

Sentado no busão

Vou criando uma nova canção.

Rimas passam pela minha cabeça.

De letra em letra

Vou escrevendo com a caneta

E fazendo um novo poema.

Não importa qual seja o tema

Pode ser coisa fácil ou até um problema.

Pode ser realidade ou história de cinema.

Você diz o que quer 

E eu mando o que vier.

 

Rap, poema das ruas.

Rimo à luz do sol e a luz da lua.

Rap que veio direto do gueto

E atingiu os brancos e os pretos!

 

A realidade é muito dura,

Mas cantando dou um tempo na loucura

Que toma conta das almas puras.

Nas noites frias

Vou pelas quebradas distribuindo alegrias

Através das frases de minha poesia.

O poder das palavras

Podem secar qualquer lágrima

E esquentar uma gelada madrugada.

Com o MIC na mão 

Tenho o poder de transformar qualquer coração!

 

Rap, poema das ruas.

Rimo à luz do sol e a luz da lua.

Rap que veio direto do gueto

E atingiu os brancos e os pretos!

 

O som tocando baixinho,

Na sala enrolando um fino

E eu acompanhado dos meus amigos.

Conversando e improvisando

O tempo vai passando

E a gente nem tá ligando.

Bebendo e curtindo,

Todo mundo tá sorrindo

E quem quiser chegar, será sempre bem-vindo.

Esse é meu melhor presente,

Fazer rima e ver todo mundo sorridente!

 

Rap, poema das ruas.

Rimo à luz do sol e a luz da lua.

Rap que veio direto do gueto

E atingiu os brancos e os pretos!

 

Rafael Magalhães

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